sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Atleta PROFISSIONAL é outra coisa...



Bacana ver uma atleta PROFISSIONAL... relatando como funciona o treinamento de um atleta de alto rendimento. O cara fala de preparação física, dos RISCOS que os procedimentos de treinamento pode causar... e mais ele ressalta uma coisa muito bacana que mudou nos XC / XCO nos últimos anos... o atleta de MTB XC / XCO tem que ser um ÓTIMO PILOTO... XC não se resume a força nas pernas... não se resume a quantos suplementos e sabe-se o que mais você toma antes do pedal... MTB antes de mais nada é TÉCNICA.

Durante meus 20 anos de pedal, seja em cenários de competição ( que já abandonei há muitos anos ), ou no pedal de final de semana com os amigos de roda, sempre tem aquela figura emblemática que se acha o Lance Armostrong porque chega no alto do morro mais rápido do que o resto da turma. Ele dá lição de treinamento, dicas de suplementos ( mesmo sem nunca ter passado perto de uma faculdade de Educação Física ). te desafia a ser melhor do que ele e por ai vai..

E exatamente por este motivo que o MTB XC no Brasil não acompanhou a evolução do esporte no cenário Internacional. Muitas vezes temos atletas de alto rendimento físico, mas que quando participam de competições internacionais que na grande maioria das vezes tem o traçado de circuito com alta exigência técnica, não conseguem acompanhar e obter resultados expressivos.

Abraços e good ride.


29er ... Se você não é um adepto... vai se tornar... na marra..



Bom Dia a todos

Muito se falou nos últimos 2 anos sobre as vantagens e desvantagens das rodas 29 e isso já não é mais uma coisa tão misteriosa assim para a maioria dos bikers. Ok.
Agora tem uma questão que para mim pessoalmente e complicada: Eu sou obrigado a comprar uma 29er?
Ai você caro leitor de nosso blog responde: Cara, você não é obrigado a comprar nada.
Então vamos aos fatos:
No meio deste ano, eu tive o prazer de comprar uma Rock Mountain Element 30 aro 26 ( modelo 2012 ), excelente bike... sobe como um foguete e tem uma geometria que me deixa descer numa boa, não igual ao que eu fazia com minha Banshee Rune, mas me deixa curtir as decidas com o mesmo espírito de alegria.
Essa semana dei um "giro" aqui pelas lojas da Grande Vitória ( ES ) e cheguei a uma conclusão difícil de engolir, e não é culpa dos lojistas: SÓ TEM BIKE 29 PARA VENDER.
Isso mesmo, se você assim como eu não é um admirador das bikes 29, mas em 2014 vai querer comprar uma bike nova, zero, vai ter que mudar sua concepção de geometria, conforto e estilo. Em nenhuma das lojas que fui, encontrei bikes 26, com curso entre 100 e 140mm com rodas aro 26. Sob encomenda você consegue até comprar as 27,5" que como são novidades no mercado, estão com aquele precinho puxado nada bacana de pagar.
Pois é amigo MTB, já estou preparando o espírito aqui... 2014 bike nova vai ter que de RODÃO!

Abraços e good ride!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Problemas Polar RS100

Olá Bikers...

Hoje vou fazer um post sobre um problema que tive com o meu monitor cardíaco Polar RS100.
De uns tempos para cá o relógio não pegava mais o sinal do sensor. Diante disse logo imaginei que a bateria do sensor tinha se esgotado e por isso seria necessário a substituição. Providenciado a substituição da bateria me surpreendi pelo fato de o sistema continuar sem funcionar. Ai começou minha "geral".
Primeiro desmontei o sensor para ver se por acaso tinha algum ponto de solda solto... nada.. tudo perfeito.
Intrigado decido limpar os contatos na cinta aonde o sensor fica encaixado... também não surtiu efeito.
Por ultimo fiz algo que a Polar recomenda que seja feito toda vez que o usuário terminar de usar e que por muitas vezes eu não faço por desatenção, lavar a cinta com água corrente. Mas no meu caso, fiz mais, lavei a sinta usando água morna, uma escova com fios de nylon e sabão neutro. Passando a escova levemente sobre a malha que fica em contato com a pele e é responsável por detectar os sinais cardíacos. Depois de lavar, enxaguei bem com água corrente e deixei secar naturalmente.
Voilá!!! Meu sistema voltou a funcionar normalmente.
Com o uso, aquela malha fica suja não só pelo suor que acumula ali como também como acúmulo de "pele morta" que nosso corpo solta naturalmente.
No meu caso o problema estava ai. Caso seu Polar fique sem dar sinal, faça esse passo a passo citado acima ( com o sensor incluso ) é desanimar qualquer um.

Abraços e "good ride"

Rodrigo Castanheira

sábado, 10 de agosto de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Retomando o Blog

Depois de meses sem me dedicar ao blog... esta semana retomando as atividades e com novos projetos para o MTB-ES.

Próximo passo fazer a camisa do Blog.

Att

Rodrigo Castanheira

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Vamos a mais um assunto POLÊMICO:

Todos nós que gostamos de bike, vimos no ano de 2012, a entrada maciça de bike aros 29 no mercado. Eu pelos menos, conheço uns 20 que foram convencidos por vendedores de equipamentos, que nem sempre se preocupam com o que vai melhor atender o cliente e sim o que ele tem que vender, do milagre tecnológico das bikes 29.

Marcas como Specialized e Rock Mountain ( exemplos ) investiram pesado tanto no desenvolvimento quando na comercialização desses produtos, alterando de forma significativa a distribuição dos produtos na cadeia de distribuição comercial, a ponto de entrarmos em uma loja especializada, termos de 15 modelos disponíveis, apenas 2 ou três com aros 26 no stand de exposição.

Já ouvi de vendedor que bike 29 não precisa mais do que 120mm porque “ela engole tudo”.

Como muitos que praticam o esporte sabem, é notório que as bikes 29 oferecem um rendimento maior no XC RACE ( aquele em que o desempenho tem como objetivo a melhor colocação na chegada ) e que muitos que tem o XC RACE como filosofia de pedal adotam como sonho de consumo.

Assim, como os amantes da modalidades gravitacionais do MTB ( All Mountain, DH , Enduro ) sabem que as aros 29 não oferecem a mesma agilidade e “esperteza” que uma 26 pode oferecer em trechos de descidas técnicos, rápidos e bem acidentados.

No ano de 2011, foram visto dois ou três protótipos de bikes de DH aros 29 que acredito eu, não saíram das bikes de testes.

A tecnologia de ponta hoje, é de fácil acesso por toda a indústria, equilibrando muito o custo x benefício oferecido por várias marcas diferentes, o que força, as vezes de forma exagerada penso eu, uma batalha por inventar novidades que formem tendência e que posicionem essa ou aquela marca como sinônimo desempenho e atualidade.

Bom, a questão é que, se você olhar no catálogo de qualquer marca com bom posicionamento no mercado como a SPECIALIZED ou a Rock Mountain, vai perceber que a linha que atende TRAIL ( 120MM ), All Moutain ( 140 – 150mm ) e ENDURO ( 160MM ) é  com certeza a que domina as páginas e opções de modelos. E isso não é sem motivo, esse é o mercado em que temos mais MTB vendidas pelo mundo a fora. São bikers que gostam de chegar ao topo da trilha para se divertir morro abaixo, seja testando os seus limites de técnica, seja simplesmente fazendo uma descida animada e prazerosa.

Agora pergunto eu, como ficará o mercado das 29 com a chegada das 27,5? Sendo que estes modelos prometem oferecer o melhor dos dois mundos, tração e desempenho das 29 e a agilidade das 26.

Não é difícil, ver vídeos de bikers experientes, com alto controle técnico, mostrando que as 29 podem sim serem divertidas e prazerosas enfrentando as trilhas mais técnicas mundo afora e que elas deveriam ser a escolha daqueles que tem nesse tipo de pedal a sua fonte de prazer no MTB.

Teremos uma batalha comercial entre as 27,5 e as 29? Espero que não, pois podem confundir muitos consumidores que na hora de investir seu dinheiro em equipamentos que não são nenhum pouco baratos , aceitarem escolhas com objetivo apenas comercial e não terem o prazer da pedala como fator decisivo para a escolha da bike correta.

Assim fico eu aqui, esperando a oportunidade de rodar em uma 27,5 e ter as minhas próprias percepções. Mas pelo que já li em alguns artigos, a promessa é animadora.

Compre a bike que você precisa, que te traz o melhor custo x benefício, que atenda as exigências do seu pedal: LEMBRE-SE, A BIKE DE ADEQUA A VOCÊ E NÃO VOCÊ A BIKE!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Energy Return Wheel

Conforme prometido vamos ter aqui algumas informações mais detalhadas sobre essa novidade que promete fazer a cabeça de muitos bikers por ai: ENERGY RETURN WHEEL.

 
 
 
Confesso que a primeira impressão foi bem estranha, pois tive a sensação de que esses pneus não deixam a bike muito confortável. No vídeo abaixo podemos notar que a elasticidade do pneu esta bem baixa, amortecendo muito pouco dos impactos. Segue vídeo:
 
 

 
 
Porém, buscando algumas informações no site do fabricante ( www.energyretirnwheel.com ) temos a informação de que esse pneu possui uma estrutura de borracha interna que é sustentada por hastes ajustáveis nas laterais, que permitem ao biker decidir entre um pneu mais duro com alta rolagem ou um pneu mais macio e confortável. Essa haste seria aquela estrutura que fica junto ao aro, como mostra essa imagem acima.
No vídeo podemos ver um biker rodando com os pneus, mas notamos que ele não "exagera" no pedal e não põe a bike em situação "hardcore". Pergunto eu: Esse pneu vai rolar para quem curte um DH ou All Mountain?
 
Aindo sigo desconfiado do "milagre"..
 
Abraços e "good ride"


domingo, 4 de novembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Stump Jumper EVO

Stumpjumper FSR Comp EVO alloy 26″ – 28lbs 10oz


Sempre na busca por novas opções de bike, sempre tendo como parâmetro de análise curso de suspensão x peso, procuro informações por toda a internet, em alguns casos com mais nível de detalhe, em outro menos, mas sempre buscando entender o que determinada bike ou equipamento poderá me oferecer durante meus pedais.
A bola da vez foi a Specialized StumpJumper EVO 9 COMP ALLOY, que nas duas ultimas semanas, se tornou tema de conversa com meus amigos bikers durante nossas aventuras pelas trilhas do Espírito Santo.
A primeira coisa que me despertou um real interesse pela Stump Evo é o relativo baixo peso ( 13,0 kg aproximadamente ) que podemos ter nessa bike, em parceria com 150mm de curso alimentado por equipamentos FOX. Lendo e relendo vários reviews sobre esta bike descobri características nela, que de alguma forma, não me satisfazem.

Comecando pelo preço. Essa bike na Inglaterra, nova custa cerca de U$$ 4000,00, ou seja um preço razoavelmente salgado. Nos EUA ela sai por volta de U$$3400,00.  Ela vem com peças que combinam os grupos X7 e X9, e quem conheçe esses grupos sabe que eles se equivalem ao XT / LX da Shimano.  Ou seja são peças boas, com boa relação de custo x benefício. O quadro não é de carbono e nessa faixa de preço você encontra bikes de outras marcas que ofereçem mais por este valor. Ponto contra.

Geometria e Curso. Isso para mim, é que essa bike tem de mais interessante. A geometria do quadro, e com opção de 150mm fazem dessa bike o tipo de bike que gosto de andar e desejo comprar. Ágil, com uma leve pegada de DH e que permite subidas divertidas nos momentos mais XC. A distância entre eixos deixa ela estável nas descidas de mais velocidade e bem ágil nas curvas fechadas de nossas trilhas locais, Ponto a favor.

Comportamento em descidas mais "animadas". Esse foi o ponto que consumiu mais pesquisa. Isso porque existem vários relatos de bikers sobre o comportamento da Stump EVO, alguns com boa argumentação, outros muito superficiais. Tive como referência neste aspecto, dois reviews, um retirado de um forum e outro muito legal que encontrei em um site sobre mountain biking ( segue link : http://www.mbr.co.uk/news/specialized-stumpjumper-evo-a-year-in-review/ ). Esse review fala sobre exatamente o que gostaria de saber, uma análise profissional, sem peso da marca e que levasse em conta o conjunto da bike. Nesse review para mim tem duas coisas muito importantes, o biker tem cerca de 90kg, eu peso hoje 93kg e o estilo de andar do piloto é mais despojado, saindo do All Mountain puro, com mais liberdade em rock gardens e sessões de raiz que também é meu tipo de pedal.
Uma das coisas que me chamou a atenção e que sinceramente não me interessam em uma bike para meu tipo de uso é o fato de a caixa central ( BB ) ser baixa, muitas vezes sofrendo impactos de pedras e outros tipos de obstáculos na trilha. O comportamente arisco em sessões muito técnicas e ingrimes, exigindo uma pouco mais de talento do biker no cockpit. A falha de alguns componentes que tiveram que ser substituídos devido ao estilo x peso do biker, que não tiveram uma vida útil compatível com o valor que bike custa.

Hoje eu uso uma Banshee Rune, que me permite uma liberdade muito legal em meus pedais, principalmente quando falamos em descidas. A Rune é uma All Mountain desenvolvida para encarar até mesmo um Freeride iniciante. O único aspecto que não me agrada é o peso extra, mesmo com investimento em bons componentes ( hoje a bike esta com 15,3 kg ), trabalhando com uma MZ 55 TST 160MM na frente, uma Fox DHX AIR 5.0 atrás e conjunto XT DynaSys. ( fora o pedevela )

Tendo esses dois cenários, chego a conclusão de que a StumpJumper EVO não é uma bike para meu pedal, principalmente pelo custo x benefício que foge da minha proposta de bike ideal.

Análise, tire suas conclusões, quem sabe ela não é a bike que você estava procurando.

Abraços e "good ride"