segunda-feira, 7 de abril de 2014

CLick do Pedal no Final de Semana - Distrito de Santa Isabel Marechal Floriano - ES

biker: Thiago Soares
bike: Focus Raven 29

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cada vez mais o MTB Enduro conquista novos adeptos e consequentemente os fabricantes desenvolvem novos produtos para atender essa demanda.
Cotidianamente temos acesso a artigos e reviews de bikes All Mountain / Enduro nas mídias impressas e eletrônicas. Mas qual é a diferença entre Enduro e All Mountain já que as bicicletas desenvolvidas para essas modalidades são tão semelhantes?

O All Mountain é voltado para os atletas amadores que gostam de ter a mobilidade de uma bike que permita pedalar em qualquer tipo de terreno, seja ela uma subida ou uma descida, sem a preocupação de desenvolver um ritmo de competição ou de alto desempenho. As bikes de All Mountain geralmente tem uma configuração que permite a bike ter um curso de suspensão entre 130 e 150mm, dando ao atleta amador condições de curtir as suas decidas preferidas. Geralmente essas bikes pesam entre 14kg e 11kg ( dos modelos de entrada para as bikes topo de linha ). Tem como objetivo trazer o máximo de diversão possível.

O Enduro surgiu no continente europeu, e os bikers que idealizaram essa modalidade queriam o melhor dos dois mundos: bikes que podem pedalar em qualquer terreno e que ofereçam um desempenho em downhill muito parecido com as big bikes, como são apelidadas as bikes com curso entre 180 e 210mm.
As bikes de enduro pesam entre 17 e 13 kilos ( dos modelos de entrada para as bikes topo de linha ). Tem uma pegada mais para alto desempenho nas descidas e exige dos bikers a preparação física dos pilotos de xc e a técnica apurada dos downhillers.

Eu tive uma bike de Enduro e uma de All Mountain e pude pessoalmente ter essa experiência. Minha bike de enduro é Banshee Rune. Uma bike que eu conseguia subir as trilhas ( sem preocupação com desempenho ) e curtir as descidas de todos os níveis técnicos, dentro das minhas limitações como piloto. Era morro abaixo que você tinha a real percepção do que a bike é capaz.
Minha bike de All Mountain, era uma Mongoose Teocali com 140mm que permitia subidas menos onerosas e porém exigia nas descidas mais íngremes um nível de atenção extra. Uma bike um pouco mais democrática.

Basicamente é isso, então se um dia tiver que optar por uma Enduro ou All Mountain basicamente é isso que você vai ter que avaliar para saber qual vai melhor lhe atender.


Rodrigo Castanheira
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Rodrigo

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Atleta PROFISSIONAL é outra coisa...



Bacana ver uma atleta PROFISSIONAL... relatando como funciona o treinamento de um atleta de alto rendimento. O cara fala de preparação física, dos RISCOS que os procedimentos de treinamento pode causar... e mais ele ressalta uma coisa muito bacana que mudou nos XC / XCO nos últimos anos... o atleta de MTB XC / XCO tem que ser um ÓTIMO PILOTO... XC não se resume a força nas pernas... não se resume a quantos suplementos e sabe-se o que mais você toma antes do pedal... MTB antes de mais nada é TÉCNICA.

Durante meus 20 anos de pedal, seja em cenários de competição ( que já abandonei há muitos anos ), ou no pedal de final de semana com os amigos de roda, sempre tem aquela figura emblemática que se acha o Lance Armostrong porque chega no alto do morro mais rápido do que o resto da turma. Ele dá lição de treinamento, dicas de suplementos ( mesmo sem nunca ter passado perto de uma faculdade de Educação Física ). te desafia a ser melhor do que ele e por ai vai..

E exatamente por este motivo que o MTB XC no Brasil não acompanhou a evolução do esporte no cenário Internacional. Muitas vezes temos atletas de alto rendimento físico, mas que quando participam de competições internacionais que na grande maioria das vezes tem o traçado de circuito com alta exigência técnica, não conseguem acompanhar e obter resultados expressivos.

Abraços e good ride.


29er ... Se você não é um adepto... vai se tornar... na marra..



Bom Dia a todos

Muito se falou nos últimos 2 anos sobre as vantagens e desvantagens das rodas 29 e isso já não é mais uma coisa tão misteriosa assim para a maioria dos bikers. Ok.
Agora tem uma questão que para mim pessoalmente e complicada: Eu sou obrigado a comprar uma 29er?
Ai você caro leitor de nosso blog responde: Cara, você não é obrigado a comprar nada.
Então vamos aos fatos:
No meio deste ano, eu tive o prazer de comprar uma Rock Mountain Element 30 aro 26 ( modelo 2012 ), excelente bike... sobe como um foguete e tem uma geometria que me deixa descer numa boa, não igual ao que eu fazia com minha Banshee Rune, mas me deixa curtir as decidas com o mesmo espírito de alegria.
Essa semana dei um "giro" aqui pelas lojas da Grande Vitória ( ES ) e cheguei a uma conclusão difícil de engolir, e não é culpa dos lojistas: SÓ TEM BIKE 29 PARA VENDER.
Isso mesmo, se você assim como eu não é um admirador das bikes 29, mas em 2014 vai querer comprar uma bike nova, zero, vai ter que mudar sua concepção de geometria, conforto e estilo. Em nenhuma das lojas que fui, encontrei bikes 26, com curso entre 100 e 140mm com rodas aro 26. Sob encomenda você consegue até comprar as 27,5" que como são novidades no mercado, estão com aquele precinho puxado nada bacana de pagar.
Pois é amigo MTB, já estou preparando o espírito aqui... 2014 bike nova vai ter que de RODÃO!

Abraços e good ride!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Problemas Polar RS100

Olá Bikers...

Hoje vou fazer um post sobre um problema que tive com o meu monitor cardíaco Polar RS100.
De uns tempos para cá o relógio não pegava mais o sinal do sensor. Diante disse logo imaginei que a bateria do sensor tinha se esgotado e por isso seria necessário a substituição. Providenciado a substituição da bateria me surpreendi pelo fato de o sistema continuar sem funcionar. Ai começou minha "geral".
Primeiro desmontei o sensor para ver se por acaso tinha algum ponto de solda solto... nada.. tudo perfeito.
Intrigado decido limpar os contatos na cinta aonde o sensor fica encaixado... também não surtiu efeito.
Por ultimo fiz algo que a Polar recomenda que seja feito toda vez que o usuário terminar de usar e que por muitas vezes eu não faço por desatenção, lavar a cinta com água corrente. Mas no meu caso, fiz mais, lavei a sinta usando água morna, uma escova com fios de nylon e sabão neutro. Passando a escova levemente sobre a malha que fica em contato com a pele e é responsável por detectar os sinais cardíacos. Depois de lavar, enxaguei bem com água corrente e deixei secar naturalmente.
Voilá!!! Meu sistema voltou a funcionar normalmente.
Com o uso, aquela malha fica suja não só pelo suor que acumula ali como também como acúmulo de "pele morta" que nosso corpo solta naturalmente.
No meu caso o problema estava ai. Caso seu Polar fique sem dar sinal, faça esse passo a passo citado acima ( com o sensor incluso ) é desanimar qualquer um.

Abraços e "good ride"

Rodrigo Castanheira

sábado, 10 de agosto de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Retomando o Blog

Depois de meses sem me dedicar ao blog... esta semana retomando as atividades e com novos projetos para o MTB-ES.

Próximo passo fazer a camisa do Blog.

Att

Rodrigo Castanheira

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Vamos a mais um assunto POLÊMICO:

Todos nós que gostamos de bike, vimos no ano de 2012, a entrada maciça de bike aros 29 no mercado. Eu pelos menos, conheço uns 20 que foram convencidos por vendedores de equipamentos, que nem sempre se preocupam com o que vai melhor atender o cliente e sim o que ele tem que vender, do milagre tecnológico das bikes 29.

Marcas como Specialized e Rock Mountain ( exemplos ) investiram pesado tanto no desenvolvimento quando na comercialização desses produtos, alterando de forma significativa a distribuição dos produtos na cadeia de distribuição comercial, a ponto de entrarmos em uma loja especializada, termos de 15 modelos disponíveis, apenas 2 ou três com aros 26 no stand de exposição.

Já ouvi de vendedor que bike 29 não precisa mais do que 120mm porque “ela engole tudo”.

Como muitos que praticam o esporte sabem, é notório que as bikes 29 oferecem um rendimento maior no XC RACE ( aquele em que o desempenho tem como objetivo a melhor colocação na chegada ) e que muitos que tem o XC RACE como filosofia de pedal adotam como sonho de consumo.

Assim, como os amantes da modalidades gravitacionais do MTB ( All Mountain, DH , Enduro ) sabem que as aros 29 não oferecem a mesma agilidade e “esperteza” que uma 26 pode oferecer em trechos de descidas técnicos, rápidos e bem acidentados.

No ano de 2011, foram visto dois ou três protótipos de bikes de DH aros 29 que acredito eu, não saíram das bikes de testes.

A tecnologia de ponta hoje, é de fácil acesso por toda a indústria, equilibrando muito o custo x benefício oferecido por várias marcas diferentes, o que força, as vezes de forma exagerada penso eu, uma batalha por inventar novidades que formem tendência e que posicionem essa ou aquela marca como sinônimo desempenho e atualidade.

Bom, a questão é que, se você olhar no catálogo de qualquer marca com bom posicionamento no mercado como a SPECIALIZED ou a Rock Mountain, vai perceber que a linha que atende TRAIL ( 120MM ), All Moutain ( 140 – 150mm ) e ENDURO ( 160MM ) é  com certeza a que domina as páginas e opções de modelos. E isso não é sem motivo, esse é o mercado em que temos mais MTB vendidas pelo mundo a fora. São bikers que gostam de chegar ao topo da trilha para se divertir morro abaixo, seja testando os seus limites de técnica, seja simplesmente fazendo uma descida animada e prazerosa.

Agora pergunto eu, como ficará o mercado das 29 com a chegada das 27,5? Sendo que estes modelos prometem oferecer o melhor dos dois mundos, tração e desempenho das 29 e a agilidade das 26.

Não é difícil, ver vídeos de bikers experientes, com alto controle técnico, mostrando que as 29 podem sim serem divertidas e prazerosas enfrentando as trilhas mais técnicas mundo afora e que elas deveriam ser a escolha daqueles que tem nesse tipo de pedal a sua fonte de prazer no MTB.

Teremos uma batalha comercial entre as 27,5 e as 29? Espero que não, pois podem confundir muitos consumidores que na hora de investir seu dinheiro em equipamentos que não são nenhum pouco baratos , aceitarem escolhas com objetivo apenas comercial e não terem o prazer da pedala como fator decisivo para a escolha da bike correta.

Assim fico eu aqui, esperando a oportunidade de rodar em uma 27,5 e ter as minhas próprias percepções. Mas pelo que já li em alguns artigos, a promessa é animadora.

Compre a bike que você precisa, que te traz o melhor custo x benefício, que atenda as exigências do seu pedal: LEMBRE-SE, A BIKE DE ADEQUA A VOCÊ E NÃO VOCÊ A BIKE!