Toda a
cadeia de importação e distribuição de bicicletas no mercado nacional
precisa de forma urgente rever a precificação de seus produtos. Nas
ultimas três semanas motivado pela vontade de comprar um nova bike com
rodas 27,5 pesquisei as mais variadas marcas e modelos. Fiquei pasmo!!
Uma bike full de 120mm rodas 27,5 com relação Kit Simano Deore / Slx,
peças de cockpit de entrada e suspensão dianteira
Rock Shox XC30 estava saindo por nada menos que R$14000,00. A mesma
bike para o consumidor americano é vendida por U$$2.2629,99. Tendo a
cotação de hoje de R$2,212 por dollar temos um valor de R$5.812,30.
A
bike no Brasil tem um valor 140% maior. Lembrando que U$$2.629,99 é o
valor final para o consumidor lá fora já com as margens inclusas da
fábrica, representantes e pontos de venda. Não leve esse preço em conta
para saber se o preço brasileiro esta ou não dentro do possível. Pois o
distribuidor que vende para o lojista paga o preço de fábrica e não o
preço do consumidor final americano.
Impostos? Logística? O que justifica um valor tão distante do que é praticado lá fora?
Abraços e "good ride"
quarta-feira, 9 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Cada
vez mais o MTB Enduro conquista novos adeptos e consequentemente os
fabricantes desenvolvem novos produtos para atender essa demanda.
Cotidianamente temos acesso a artigos e reviews de bikes All Mountain / Enduro nas mídias impressas e eletrônicas. Mas qual é a diferença entre Enduro e All Mountain já que as bicicletas desenvolvidas para essas modalidades são tão semelhantes?
O All Mountain é voltado para os atletas amadores que gostam de ter a mobilidade de uma bike que permita pedalar em qualquer tipo de terreno, seja ela uma subida ou uma descida, sem a preocupação de desenvolver um ritmo de competição ou de alto desempenho. As bikes de All Mountain geralmente tem uma configuração que permite a bike ter um curso de suspensão entre 130 e 150mm, dando ao atleta amador condições de curtir as suas decidas preferidas. Geralmente essas bikes pesam entre 14kg e 11kg ( dos modelos de entrada para as bikes topo de linha ). Tem como objetivo trazer o máximo de diversão possível.
O Enduro surgiu no continente europeu, e os bikers que idealizaram essa modalidade queriam o melhor dos dois mundos: bikes que podem pedalar em qualquer terreno e que ofereçam um desempenho em downhill muito parecido com as big bikes, como são apelidadas as bikes com curso entre 180 e 210mm.
As bikes de enduro pesam entre 17 e 13 kilos ( dos modelos de entrada para as bikes topo de linha ). Tem uma pegada mais para alto desempenho nas descidas e exige dos bikers a preparação física dos pilotos de xc e a técnica apurada dos downhillers.
Eu tive uma bike de Enduro e uma de All Mountain e pude pessoalmente ter essa experiência. Minha bike de enduro é Banshee Rune. Uma bike que eu conseguia subir as trilhas ( sem preocupação com desempenho ) e curtir as descidas de todos os níveis técnicos, dentro das minhas limitações como piloto. Era morro abaixo que você tinha a real percepção do que a bike é capaz.
Minha bike de All Mountain, era uma Mongoose Teocali com 140mm que permitia subidas menos onerosas e porém exigia nas descidas mais íngremes um nível de atenção extra. Uma bike um pouco mais democrática.
Basicamente é isso, então se um dia tiver que optar por uma Enduro ou All Mountain basicamente é isso que você vai ter que avaliar para saber qual vai melhor lhe atender.
Rodrigo Castanheira
Cotidianamente temos acesso a artigos e reviews de bikes All Mountain / Enduro nas mídias impressas e eletrônicas. Mas qual é a diferença entre Enduro e All Mountain já que as bicicletas desenvolvidas para essas modalidades são tão semelhantes?
O All Mountain é voltado para os atletas amadores que gostam de ter a mobilidade de uma bike que permita pedalar em qualquer tipo de terreno, seja ela uma subida ou uma descida, sem a preocupação de desenvolver um ritmo de competição ou de alto desempenho. As bikes de All Mountain geralmente tem uma configuração que permite a bike ter um curso de suspensão entre 130 e 150mm, dando ao atleta amador condições de curtir as suas decidas preferidas. Geralmente essas bikes pesam entre 14kg e 11kg ( dos modelos de entrada para as bikes topo de linha ). Tem como objetivo trazer o máximo de diversão possível.
O Enduro surgiu no continente europeu, e os bikers que idealizaram essa modalidade queriam o melhor dos dois mundos: bikes que podem pedalar em qualquer terreno e que ofereçam um desempenho em downhill muito parecido com as big bikes, como são apelidadas as bikes com curso entre 180 e 210mm.
As bikes de enduro pesam entre 17 e 13 kilos ( dos modelos de entrada para as bikes topo de linha ). Tem uma pegada mais para alto desempenho nas descidas e exige dos bikers a preparação física dos pilotos de xc e a técnica apurada dos downhillers.
Eu tive uma bike de Enduro e uma de All Mountain e pude pessoalmente ter essa experiência. Minha bike de enduro é Banshee Rune. Uma bike que eu conseguia subir as trilhas ( sem preocupação com desempenho ) e curtir as descidas de todos os níveis técnicos, dentro das minhas limitações como piloto. Era morro abaixo que você tinha a real percepção do que a bike é capaz.
Minha bike de All Mountain, era uma Mongoose Teocali com 140mm que permitia subidas menos onerosas e porém exigia nas descidas mais íngremes um nível de atenção extra. Uma bike um pouco mais democrática.
Basicamente é isso, então se um dia tiver que optar por uma Enduro ou All Mountain basicamente é isso que você vai ter que avaliar para saber qual vai melhor lhe atender.
Rodrigo Castanheira
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Atleta PROFISSIONAL é outra coisa...
Bacana ver uma atleta PROFISSIONAL... relatando como funciona o treinamento de um atleta de alto rendimento. O cara fala de preparação física, dos RISCOS que os procedimentos de treinamento pode causar... e mais ele ressalta uma coisa muito bacana que mudou nos XC / XCO nos últimos anos... o atleta de MTB XC / XCO tem que ser um ÓTIMO PILOTO... XC não se resume a força nas pernas... não se resume a quantos suplementos e sabe-se o que mais você toma antes do pedal... MTB antes de mais nada é TÉCNICA.
Durante meus 20 anos de pedal, seja em cenários de competição ( que já abandonei há muitos anos ), ou no pedal de final de semana com os amigos de roda, sempre tem aquela figura emblemática que se acha o Lance Armostrong porque chega no alto do morro mais rápido do que o resto da turma. Ele dá lição de treinamento, dicas de suplementos ( mesmo sem nunca ter passado perto de uma faculdade de Educação Física ). te desafia a ser melhor do que ele e por ai vai..
E exatamente por este motivo que o MTB XC no Brasil não acompanhou a evolução do esporte no cenário Internacional. Muitas vezes temos atletas de alto rendimento físico, mas que quando participam de competições internacionais que na grande maioria das vezes tem o traçado de circuito com alta exigência técnica, não conseguem acompanhar e obter resultados expressivos.
Abraços e good ride.
29er ... Se você não é um adepto... vai se tornar... na marra..
Bom Dia a todos
Muito se falou nos últimos 2 anos sobre as vantagens e desvantagens das rodas 29 e isso já não é mais uma coisa tão misteriosa assim para a maioria dos bikers. Ok.
Agora tem uma questão que para mim pessoalmente e complicada: Eu sou obrigado a comprar uma 29er?
Ai você caro leitor de nosso blog responde: Cara, você não é obrigado a comprar nada.
Então vamos aos fatos:
No meio deste ano, eu tive o prazer de comprar uma Rock Mountain Element 30 aro 26 ( modelo 2012 ), excelente bike... sobe como um foguete e tem uma geometria que me deixa descer numa boa, não igual ao que eu fazia com minha Banshee Rune, mas me deixa curtir as decidas com o mesmo espírito de alegria.
Essa semana dei um "giro" aqui pelas lojas da Grande Vitória ( ES ) e cheguei a uma conclusão difícil de engolir, e não é culpa dos lojistas: SÓ TEM BIKE 29 PARA VENDER.
Isso mesmo, se você assim como eu não é um admirador das bikes 29, mas em 2014 vai querer comprar uma bike nova, zero, vai ter que mudar sua concepção de geometria, conforto e estilo. Em nenhuma das lojas que fui, encontrei bikes 26, com curso entre 100 e 140mm com rodas aro 26. Sob encomenda você consegue até comprar as 27,5" que como são novidades no mercado, estão com aquele precinho puxado nada bacana de pagar.
Pois é amigo MTB, já estou preparando o espírito aqui... 2014 bike nova vai ter que de RODÃO!
Abraços e good ride!
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Problemas Polar RS100
Olá Bikers...

Hoje vou fazer um post sobre um problema que tive com o meu monitor cardíaco Polar RS100.
De uns tempos para cá o relógio não pegava mais o sinal do sensor. Diante disse logo imaginei que a bateria do sensor tinha se esgotado e por isso seria necessário a substituição. Providenciado a substituição da bateria me surpreendi pelo fato de o sistema continuar sem funcionar. Ai começou minha "geral".
Primeiro desmontei o sensor para ver se por acaso tinha algum ponto de solda solto... nada.. tudo perfeito.
Intrigado decido limpar os contatos na cinta aonde o sensor fica encaixado... também não surtiu efeito.
Por ultimo fiz algo que a Polar recomenda que seja feito toda vez que o usuário terminar de usar e que por muitas vezes eu não faço por desatenção, lavar a cinta com água corrente. Mas no meu caso, fiz mais, lavei a sinta usando água morna, uma escova com fios de nylon e sabão neutro. Passando a escova levemente sobre a malha que fica em contato com a pele e é responsável por detectar os sinais cardíacos. Depois de lavar, enxaguei bem com água corrente e deixei secar naturalmente.
Voilá!!! Meu sistema voltou a funcionar normalmente.
Com o uso, aquela malha fica suja não só pelo suor que acumula ali como também como acúmulo de "pele morta" que nosso corpo solta naturalmente.
No meu caso o problema estava ai. Caso seu Polar fique sem dar sinal, faça esse passo a passo citado acima ( com o sensor incluso ) é desanimar qualquer um.
Abraços e "good ride"
Rodrigo Castanheira

Hoje vou fazer um post sobre um problema que tive com o meu monitor cardíaco Polar RS100.
De uns tempos para cá o relógio não pegava mais o sinal do sensor. Diante disse logo imaginei que a bateria do sensor tinha se esgotado e por isso seria necessário a substituição. Providenciado a substituição da bateria me surpreendi pelo fato de o sistema continuar sem funcionar. Ai começou minha "geral".
Primeiro desmontei o sensor para ver se por acaso tinha algum ponto de solda solto... nada.. tudo perfeito.
Intrigado decido limpar os contatos na cinta aonde o sensor fica encaixado... também não surtiu efeito.
Por ultimo fiz algo que a Polar recomenda que seja feito toda vez que o usuário terminar de usar e que por muitas vezes eu não faço por desatenção, lavar a cinta com água corrente. Mas no meu caso, fiz mais, lavei a sinta usando água morna, uma escova com fios de nylon e sabão neutro. Passando a escova levemente sobre a malha que fica em contato com a pele e é responsável por detectar os sinais cardíacos. Depois de lavar, enxaguei bem com água corrente e deixei secar naturalmente.
Voilá!!! Meu sistema voltou a funcionar normalmente.
Com o uso, aquela malha fica suja não só pelo suor que acumula ali como também como acúmulo de "pele morta" que nosso corpo solta naturalmente.
No meu caso o problema estava ai. Caso seu Polar fique sem dar sinal, faça esse passo a passo citado acima ( com o sensor incluso ) é desanimar qualquer um.
Abraços e "good ride"
Rodrigo Castanheira
sábado, 10 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Retomando o Blog
Depois de meses sem me dedicar ao blog... esta semana retomando as atividades e com novos projetos para o MTB-ES.
Próximo passo fazer a camisa do Blog.
Att
Rodrigo Castanheira
Próximo passo fazer a camisa do Blog.
Att
Rodrigo Castanheira
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