quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Cachoeira Escondida MTB ES


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Problemas Polar RS100

Olá Bikers...

Hoje vou fazer um post sobre um problema que tive com o meu monitor cardíaco Polar RS100.
De uns tempos para cá o relógio não pegava mais o sinal do sensor. Diante disse logo imaginei que a bateria do sensor tinha se esgotado e por isso seria necessário a substituição. Providenciado a substituição da bateria me surpreendi pelo fato de o sistema continuar sem funcionar. Ai começou minha "geral".
Primeiro desmontei o sensor para ver se por acaso tinha algum ponto de solda solto... nada.. tudo perfeito.
Intrigado decido limpar os contatos na cinta aonde o sensor fica encaixado... também não surtiu efeito.
Por ultimo fiz algo que a Polar recomenda que seja feito toda vez que o usuário terminar de usar e que por muitas vezes eu não faço por desatenção, lavar a cinta com água corrente. Mas no meu caso, fiz mais, lavei a sinta usando água morna, uma escova com fios de nylon e sabão neutro. Passando a escova levemente sobre a malha que fica em contato com a pele e é responsável por detectar os sinais cardíacos. Depois de lavar, enxaguei bem com água corrente e deixei secar naturalmente.
Voilá!!! Meu sistema voltou a funcionar normalmente.
Com o uso, aquela malha fica suja não só pelo suor que acumula ali como também como acúmulo de "pele morta" que nosso corpo solta naturalmente.
No meu caso o problema estava ai. Caso seu Polar fique sem dar sinal, faça esse passo a passo citado acima ( com o sensor incluso ) é desanimar qualquer um.

Abraços e "good ride"

Rodrigo Castanheira

sábado, 10 de agosto de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Retomando o Blog

Depois de meses sem me dedicar ao blog... esta semana retomando as atividades e com novos projetos para o MTB-ES.

Próximo passo fazer a camisa do Blog.

Att

Rodrigo Castanheira

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Vamos a mais um assunto POLÊMICO:

Todos nós que gostamos de bike, vimos no ano de 2012, a entrada maciça de bike aros 29 no mercado. Eu pelos menos, conheço uns 20 que foram convencidos por vendedores de equipamentos, que nem sempre se preocupam com o que vai melhor atender o cliente e sim o que ele tem que vender, do milagre tecnológico das bikes 29.

Marcas como Specialized e Rock Mountain ( exemplos ) investiram pesado tanto no desenvolvimento quando na comercialização desses produtos, alterando de forma significativa a distribuição dos produtos na cadeia de distribuição comercial, a ponto de entrarmos em uma loja especializada, termos de 15 modelos disponíveis, apenas 2 ou três com aros 26 no stand de exposição.

Já ouvi de vendedor que bike 29 não precisa mais do que 120mm porque “ela engole tudo”.

Como muitos que praticam o esporte sabem, é notório que as bikes 29 oferecem um rendimento maior no XC RACE ( aquele em que o desempenho tem como objetivo a melhor colocação na chegada ) e que muitos que tem o XC RACE como filosofia de pedal adotam como sonho de consumo.

Assim, como os amantes da modalidades gravitacionais do MTB ( All Mountain, DH , Enduro ) sabem que as aros 29 não oferecem a mesma agilidade e “esperteza” que uma 26 pode oferecer em trechos de descidas técnicos, rápidos e bem acidentados.

No ano de 2011, foram visto dois ou três protótipos de bikes de DH aros 29 que acredito eu, não saíram das bikes de testes.

A tecnologia de ponta hoje, é de fácil acesso por toda a indústria, equilibrando muito o custo x benefício oferecido por várias marcas diferentes, o que força, as vezes de forma exagerada penso eu, uma batalha por inventar novidades que formem tendência e que posicionem essa ou aquela marca como sinônimo desempenho e atualidade.

Bom, a questão é que, se você olhar no catálogo de qualquer marca com bom posicionamento no mercado como a SPECIALIZED ou a Rock Mountain, vai perceber que a linha que atende TRAIL ( 120MM ), All Moutain ( 140 – 150mm ) e ENDURO ( 160MM ) é  com certeza a que domina as páginas e opções de modelos. E isso não é sem motivo, esse é o mercado em que temos mais MTB vendidas pelo mundo a fora. São bikers que gostam de chegar ao topo da trilha para se divertir morro abaixo, seja testando os seus limites de técnica, seja simplesmente fazendo uma descida animada e prazerosa.

Agora pergunto eu, como ficará o mercado das 29 com a chegada das 27,5? Sendo que estes modelos prometem oferecer o melhor dos dois mundos, tração e desempenho das 29 e a agilidade das 26.

Não é difícil, ver vídeos de bikers experientes, com alto controle técnico, mostrando que as 29 podem sim serem divertidas e prazerosas enfrentando as trilhas mais técnicas mundo afora e que elas deveriam ser a escolha daqueles que tem nesse tipo de pedal a sua fonte de prazer no MTB.

Teremos uma batalha comercial entre as 27,5 e as 29? Espero que não, pois podem confundir muitos consumidores que na hora de investir seu dinheiro em equipamentos que não são nenhum pouco baratos , aceitarem escolhas com objetivo apenas comercial e não terem o prazer da pedala como fator decisivo para a escolha da bike correta.

Assim fico eu aqui, esperando a oportunidade de rodar em uma 27,5 e ter as minhas próprias percepções. Mas pelo que já li em alguns artigos, a promessa é animadora.

Compre a bike que você precisa, que te traz o melhor custo x benefício, que atenda as exigências do seu pedal: LEMBRE-SE, A BIKE DE ADEQUA A VOCÊ E NÃO VOCÊ A BIKE!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Energy Return Wheel

Conforme prometido vamos ter aqui algumas informações mais detalhadas sobre essa novidade que promete fazer a cabeça de muitos bikers por ai: ENERGY RETURN WHEEL.

 
 
 
Confesso que a primeira impressão foi bem estranha, pois tive a sensação de que esses pneus não deixam a bike muito confortável. No vídeo abaixo podemos notar que a elasticidade do pneu esta bem baixa, amortecendo muito pouco dos impactos. Segue vídeo:
 
 

 
 
Porém, buscando algumas informações no site do fabricante ( www.energyretirnwheel.com ) temos a informação de que esse pneu possui uma estrutura de borracha interna que é sustentada por hastes ajustáveis nas laterais, que permitem ao biker decidir entre um pneu mais duro com alta rolagem ou um pneu mais macio e confortável. Essa haste seria aquela estrutura que fica junto ao aro, como mostra essa imagem acima.
No vídeo podemos ver um biker rodando com os pneus, mas notamos que ele não "exagera" no pedal e não põe a bike em situação "hardcore". Pergunto eu: Esse pneu vai rolar para quem curte um DH ou All Mountain?
 
Aindo sigo desconfiado do "milagre"..
 
Abraços e "good ride"


domingo, 4 de novembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Stump Jumper EVO

Stumpjumper FSR Comp EVO alloy 26″ – 28lbs 10oz


Sempre na busca por novas opções de bike, sempre tendo como parâmetro de análise curso de suspensão x peso, procuro informações por toda a internet, em alguns casos com mais nível de detalhe, em outro menos, mas sempre buscando entender o que determinada bike ou equipamento poderá me oferecer durante meus pedais.
A bola da vez foi a Specialized StumpJumper EVO 9 COMP ALLOY, que nas duas ultimas semanas, se tornou tema de conversa com meus amigos bikers durante nossas aventuras pelas trilhas do Espírito Santo.
A primeira coisa que me despertou um real interesse pela Stump Evo é o relativo baixo peso ( 13,0 kg aproximadamente ) que podemos ter nessa bike, em parceria com 150mm de curso alimentado por equipamentos FOX. Lendo e relendo vários reviews sobre esta bike descobri características nela, que de alguma forma, não me satisfazem.

Comecando pelo preço. Essa bike na Inglaterra, nova custa cerca de U$$ 4000,00, ou seja um preço razoavelmente salgado. Nos EUA ela sai por volta de U$$3400,00.  Ela vem com peças que combinam os grupos X7 e X9, e quem conheçe esses grupos sabe que eles se equivalem ao XT / LX da Shimano.  Ou seja são peças boas, com boa relação de custo x benefício. O quadro não é de carbono e nessa faixa de preço você encontra bikes de outras marcas que ofereçem mais por este valor. Ponto contra.

Geometria e Curso. Isso para mim, é que essa bike tem de mais interessante. A geometria do quadro, e com opção de 150mm fazem dessa bike o tipo de bike que gosto de andar e desejo comprar. Ágil, com uma leve pegada de DH e que permite subidas divertidas nos momentos mais XC. A distância entre eixos deixa ela estável nas descidas de mais velocidade e bem ágil nas curvas fechadas de nossas trilhas locais, Ponto a favor.

Comportamento em descidas mais "animadas". Esse foi o ponto que consumiu mais pesquisa. Isso porque existem vários relatos de bikers sobre o comportamento da Stump EVO, alguns com boa argumentação, outros muito superficiais. Tive como referência neste aspecto, dois reviews, um retirado de um forum e outro muito legal que encontrei em um site sobre mountain biking ( segue link : http://www.mbr.co.uk/news/specialized-stumpjumper-evo-a-year-in-review/ ). Esse review fala sobre exatamente o que gostaria de saber, uma análise profissional, sem peso da marca e que levasse em conta o conjunto da bike. Nesse review para mim tem duas coisas muito importantes, o biker tem cerca de 90kg, eu peso hoje 93kg e o estilo de andar do piloto é mais despojado, saindo do All Mountain puro, com mais liberdade em rock gardens e sessões de raiz que também é meu tipo de pedal.
Uma das coisas que me chamou a atenção e que sinceramente não me interessam em uma bike para meu tipo de uso é o fato de a caixa central ( BB ) ser baixa, muitas vezes sofrendo impactos de pedras e outros tipos de obstáculos na trilha. O comportamente arisco em sessões muito técnicas e ingrimes, exigindo uma pouco mais de talento do biker no cockpit. A falha de alguns componentes que tiveram que ser substituídos devido ao estilo x peso do biker, que não tiveram uma vida útil compatível com o valor que bike custa.

Hoje eu uso uma Banshee Rune, que me permite uma liberdade muito legal em meus pedais, principalmente quando falamos em descidas. A Rune é uma All Mountain desenvolvida para encarar até mesmo um Freeride iniciante. O único aspecto que não me agrada é o peso extra, mesmo com investimento em bons componentes ( hoje a bike esta com 15,3 kg ), trabalhando com uma MZ 55 TST 160MM na frente, uma Fox DHX AIR 5.0 atrás e conjunto XT DynaSys. ( fora o pedevela )

Tendo esses dois cenários, chego a conclusão de que a StumpJumper EVO não é uma bike para meu pedal, principalmente pelo custo x benefício que foge da minha proposta de bike ideal.

Análise, tire suas conclusões, quem sabe ela não é a bike que você estava procurando.

Abraços e "good ride"

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Freio as Disco - Como tirar proveito da tecnologia



Para começar este artigo, já vou deixando claro ao amigo internauta que não sou, e nem pretendo ser, um mecânico especializado ou certificado em manutenção de freios a disco hidráulicos, mas minha experiência usando esse tipo de sistema nos últimos 5 anos me permite repassar a você algumas informações bem relevantes e esclarecedoras.
Meu primeiro sistema de freio a disco foi um Hayes Nine, que diga-se de passagem tem um ótima avaliação por muitos bikers mundo afora. Para mim esses freios eram frustantes, não porque eram ineficazes, mas sim porque não me ofereciam o potencial que espera "da novidade". A primeira coisa que me diziam quando eu reclamava, que para mim, os freios não seguravam o tanto que eu acreditava que seria bom, era: é preciso sangrar os freios. Achava isso uma coisa duvidosa, pois bem, meus freios eram novos, com uso de 2 ou 3 meses, e era preciso sangrar? Como eu não tinha muita informação e experiência seguia algumas dicas, umas boas, outras totalmente furadas que dispensava, fiz a sangria do meu freio com 3 meses de uso, não adiantou nada. Confesso que usei meus freios Hayes frustado por muito tempo.
Não satisfeito, decidi comprar um par de freios AVID JUICY 3. Melhorou, mas confesso que novamente fiquei decepcionado, espera mais. Ai que veio a grande questão: O que há de errado com minha bike? Vamos analisar o três principais fatores identificados por mim que considero certeiros no momento de decidir a compra e de acertar os freios.
1 - Modelo ( 2 ou 4 pistões ): eu sempre usei os freios de 2 pistões, visto que os de 4 são para modalidades extremas como o FREERIDE e o DOWNHILL. Amigos meus que tinha freios 2 pistões sempre tiveram o sistema funcionando "afiado" e esse tipo de modelo é o adequado para meu estilo de pedal.
2 - Pastilhas de Freio: nas minhas bikes, sempre usei discos de 160mm, e confesso que foram sempre os disco mais básicos de linha. Nunca achei que ele pudessem ter qualquer responsabilidade sobre o baixo desempenho de meus freios. Mas depois de alguns anos quando instalei os discos de 180mm Hope em minha bike, percebi a diferença gritante que os discos fazem no sistema. Os discos que tenho em minha bike hoje tem um superfície de contato maior, uma espessura maior e um pode de dissipação do calor mais eficaz. Isso melhora o desempenho e a vida útil do sistema. No meu caso o xeque-mate estava ai.
3 - Limpeza do sistema: é comum as pessoas ao limparem a bike, lubrificarem com aqueles óleos spray, contaminarem os discos de freio. Até mesmo o óleo presente em nossa pele, criado pelo nosso próprio corpo, contamina e diminui o aproveitamento do sistema. Em alguns caso, dependendo da quantidade e da substancia que sujou os discos e consequentemente as pastilhas de freio, recomenda-se a troca das pastilhas pois as mesmas nunca mais serão iguais. Isso porque o óleo impregna nos poros da pastilha e não há como limpá-la 100%.
 Fora isso, temos várias opções no mercado hoje. A definição de qual freio ter em sua bike é muito pessoal, e um freio que goste e ache bom você pode não gostar ou achar a ergonomia ruim. Alguns sites como o www.mtbr.com, tem uma extensa lisa de avaliação de bikers de todo o mundo, e isso pode te ajudar a fazer a escolha mais adequada. No mais de manutenção em seu sistema uma vez ao ano ( caso não saiba procure um bom mecânico ) e aproveita suas descidas com mais segurança e diversão.

Abraços e "good ride"